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Sobre as artes e o esporte

Sobre as artes e o esporte

O homem se desenvolve através da arte e do esporte, pois, sente a necessidade de se afirmar como indivíduo diante da sociedade. Com a precariedade da educação pública no Brasil, este indivíduo não encontra oportunidades para desenvolver seus potenciais de forma a contribuir com a melhora desta sociedade.

Excluído socialmente, este indivíduo sente a necessidade de se afirmar como ser diante dos demais membros dessa cadeia social e encontra essa forma na marginalidade, no tráfico e no crime organizado.

A educação através do desenvolvimento artístico e desportivo é uma arma fundamental para o crescimento pessoal do indivíduo como ser humano e ser social, pois, além de promover a sua integração com a sociedade, a arte e o esporte são elementos formadores de caráter, disciplina e consciência coletiva.

Eu leio manuais, e o Galvão?

Galvão Bueno durante a narração de uma partida

Segue abaixo um trecho que retirei do livro Manual de Telejornalismo, de Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima, segunda edição revisada e atualizada, pela Editora Campus:

A emoção faz com que o jornalismo esportivo no veículo eletrônico esteja sempre numa linha tênue entre a pieguice e a razão. Costuma-se dizer que não há boa cobertura esportiva sem emoção, mas o jornalista não pode se deixar levar por ela. O exagero é um passo para a desinformação. Transmissões de jogos de seleções brasileiras em copas do mundo e olimpíadas, por exemplo, ensejam surtos de nacionalismo. O atleta vira “nosso jogador” e o tom adquire um ufanismo demodé que lembra o nacionalismo facista. A intervenção do narrador ou repórter deve ser discreta, sem que haja a manipulação da emoção dos telespectadores com adjetivos e advérbios falsos e insconsistentes, com o objetivo de estimular a audiência e a sustentação dos patrocinadores das transmissões. A rapidez dos acontecimentos no esporte exige do jornalista a improvisação constante, mas as informações não podem ser recheadas de metáforas, erroneamente confundidas com estilo.

Alguma coisa nesse texto me lembrou o Galvão Bueno, mas ainda não sei o quê…


O Autor

Bruno Costa é natural do Recife e estudante de jornalismo. Horas viciado em cinema, horas viciado em música, costuma dividir o seu dia entre sinopses e pesquisas de novos artistas. Amante do mundo latino, sonha em conseguir aprender a dançar salsa, quer conhecer Buenos Aires e almeja tomar tequila com verme num bar tipicamente mexicano.

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