Gula, o mal que engole o homem


O nome por si só é convidativo: G-U-L-A. É gostoso de falar, de ouvir, de imaginar e, principalmente, comer… Glutão. Mas o problema da gula está num âmbito mais social do que religioso. O pecado da gula acarreta no grande problema de saúde que a sociedade pós-moderna está tendo que encarar: A obesidade.

Apesar de não provocar sinais e sintomas diretos, exceto quando atinge valores extremos, a obesidade provoca o aparecimento de limitações estéticas no paciente, uma vez que o padrão de beleza exige um peso corporal até menor do que o aceitável. Ela pode ser classificada como: obesidade por distúrbio nutricional, obesidade por inatividade física, obesidade secundária a alterações endócrinas e de obesidade de causa genética.

Os pacientes obesos têm os movimentos limitados, são susceptíveis ao aparecimento de fungos em suas dobras de gordura, sobrecarregam a coluna e membros inferiores, gerando o aparecimento de artroses de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos, além de varizes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, cérebro-vasculares, diabetes mellitus (tipo II), câncer, osteoartrite, coledocolitíase, distúrbios lipídicos, hipercolesterolemia, diminuição de HDL (“colesterol bom”), aumento da insulina, intolerância à glicose, distúrbios menstruais/infertilidade e apnéia do sono.

Dentre as pessoas que conheço, a maioria está acima do peso. Talvez, para algumas, não seja o caso de obesidade, contudo, a preocupação com o peso deve ser constante. Geralmente percebo que quando começamos a namorar, quando casamos, temos filhos, começamos a trabalhar ou até quando apenas sentamos para assistir a um bom filme engordamos.

Vale lembrar que dietas auto-receitadas podem ser tão perigosas quanto se automedicar para dorezinhas no corpo. Reduções bruscas nas taxas podem fazer muito mal à saúde e, em casos extremos, pode levar a desnutrição e a anorexia. Parece absurdo imaginar que um obeso pode ser desnutrido. Mas é possível.

A desnutrição é uma doença causada pela má alimentação, pela má absorção de nutrientes ou anorexia. Ser obeso não significa ser bem nutrido. Portanto, todo o cuidado é pouco quando o assunto é alimentação. Podemos ser gulosos no sentido de comer de tudo um pouco, mas não de comer um pouco de tudo.

Anúncios

4 Responses to “Gula, o mal que engole o homem”


  1. 1 Neo 9 outubro 2008 às 2:22 pm

    Falaê!!

    Tudo bem por aqui?

    Problemão este hein? Gula, obesidade e tudo na mesma mistura. Bomba!

    Mandei “email briefing” pra vc…. rs

    Abraço

    Neo

  2. 2 Danielle Costa 10 outubro 2008 às 12:25 pm

    falando nisso, ouco o “pipipi” do microondas…
    minha pipoca ficou pronta! ahahahah :O

    nunca mais aparecesse pelo msn! manda noticias por email!

    saudades :******

  3. 3 gabriela 30 outubro 2009 às 5:35 pm

    quanto custam as operaçoes pa a obesidade

  4. 4 gabriela 3 maio 2012 às 3:25 pm

    Entre 30 e 40 mil, Gabriela.


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s




O Autor

Bruno Costa é natural do Recife e estudante de jornalismo. Horas viciado em cinema, horas viciado em música, costuma dividir o seu dia entre sinopses e pesquisas de novos artistas. Amante do mundo latino, sonha em conseguir aprender a dançar salsa, quer conhecer Buenos Aires e almeja tomar tequila com verme num bar tipicamente mexicano.

RSS Fotolog.com/soubruno

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.






Blogosfera

Audiência

  • 22,263 acessos

%d blogueiros gostam disto: