Arquivo para outubro \23\UTC 2008

Caso Eloá: Sofrer para despertar audiência

Me impressiono com as pessoas que dizem não assistir programas policiais para não dar audiência à violência e quando surgem esses casos de apelo popular não saem da frente da televisão. Antes de mais nada quero fazer uma ressalva: “Apelo popular é uma ova, apelo midiático é a palavra. Quem apela é a mídia”.

É um absurdo ver as pessoas usando o nome da Eloá para ganhar audiência. Eles vão atrás de Orkut e – não bastasse o drama que ela viveu, a forma como morreu e o sofrimento que a família está vivendo com a perda – expõe os amigos e familiares, usam as fotos da garota sem autorização, as expõe e usam seus vídeos preferidos para alimentar a curiosidade mórbida de outras pessoas.

A tal da Sônia Abrão que dizem que ligou para o Lindemberg, ex-namorado da Eloá e o entrevistou ao vivo, agora ataca o pai da menina por – segundo ela – ser foragido da polícia no Estado de Alagoas, e o pai do rapaz – que também segundo ela – foi um pai ausente e tem parcela de culpa no crime cometido pelo garoto. Tantos pais ausentes por ai e nem por isso esses filhos se formam delinqüentes.

Não vou expor fotos, nem as comunidades dela do Orkut, tampoco seus vídeos preferidos. Não vou ficar diante da TV ou acessando sites e dando audiência à violência. Há pouco tempo atrás foi o caso da família Nardoni, agora o caso do sequestro da Eloá. O próximo será a mesma coisa, mídia em cima, as pessoas em volta e eu à distância setindo nojo do gosto bizarro que as pessoas tem por sangue.

Mas vão lá, assistam aos noticiários, comprem jornais e em breve as revistas com mais detalhes sobre o caso. Transformem o sangue derramado em dinheiro e engordem os bolsos dos donos da indústria da comunicação do Brasil. O povão só ganha a atenção dos meios de comunicação em dois momentos: no carnaval ou quando vão pro saco. E olhe lá.

Anúncios

O açúcar e o Cuba Libre

Açúcar

Era a palavra usada como senha entre os integrantes do movimento denominado de Insurreição Pernambucana, visando pôr fim ao Brasil Holandês. Tal movimento, iniciado em 13/06/1645, no Engenho da Várzea, culminou com a rendição dos holandeses em 27/01/1654, após a epopéia das duas Batalhas dos Montes Guararapes.

A História do Cuba Libre

O Cuba Libre surgiu no final do Século XIX, quando a esquadra americana, em luta contra a Espanha, estava fundeada em Cuba e um soldado daquele país decidiu pedir a um barman, em Havana Vieja, para juntar uma dose de rum, com refrigerante sabor cola, gelo e limão. Ao tomar o drink, com evidente prazer, estimulou os companheiros a pedirem uma rodada, os quais propuseram brindar “por Cuba Libre”, a recente libertação da ilha cubana do jugo espanhol.
Assim, Cuba Libre, que era o grito de batalha que tinha inspirado os vitoriosos soldados de Cuba, durante a Guerra da Independência, tornou-se o coquetel mais popular do mundo.

É fácil fazer:

1 limão
2 doses de rum leve
Pepsi Cola
Esprema o limão num copo e deixe cair as metades da fruta. Soque-as e junte cubos de gelo. Adicione o rum e complete com a Coca-cola ou Pepsi. Mexa bem e sirva.

III Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul

A mostra acontecerá de 20 a 26 de outubro no cinema da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), na rua Henrique Dias, 609, no Derby. A entrada é franca e igualmente à Mostra do Cinema Espanhol, quem quiser assistir aos filmes deverá chegar meia hora antes para retirar os ingressos na bilheteria.

Para quem quiser conferir a programação:
http://www.cinedireitoshumanos.com.br/2008/p_recife.htm

A mostra acontecerá em várias cidades do país, conforme abaixo:

Locais de exibição
Entrada Franca

Belém – 22/10 a 02/11

Cine Líbero Luxardo
86 lugares

Av. Gentil Bittencourt, 650 – Nazaré
(91) 3202-4321

Belo Horizonte – 27/10 a 02/11

Cine Humberto Mauro
140 lugares

Av. Afonso Pena, 1537 – Centro
(31) 3236-7333 | (31) 3236-7400 – SAC

Brasília – 13 a 19/10

Centro Cultural Banco do Brasil
74 lugares

SCES, Trecho 02, cj. 22
(61) 3310-7087

Curitiba – 07 a 15/10

Cinemateca de Curitiba
120 lugares

Rua Carlos Cavalcanti, 1174 – Centro
(41)3321-3310 | (41)3321-3252 – SAC

Fortaleza – 13 a 19/10

Cine Benjamin Abrahão
150 lugares

Av. da Universidade, 2591 – Benfica
(85) 3366-7772

Goiânia – 31/10 a 06/11

Cine Goiânia Ouro
217 lugares

Rua 3, 1016 – QD – 9 – Setor Central
(62) 3524-2542 | (62) 3524-2541 – SAC

Porto Alegre – 21 a 27/10

Cine Santander Cultural
Lotação – 85 lugares

Rua 7 de Setembro, 1028 – Centro
(51) 3287-5996 | (51) 3287-5918 – SAC

Recife – 20 a 26/10

Cinema da Fundação Joaquim Nabuco
197 lugares

Rua Henrique Dias, 609 – Derby
(81) 3073-6689

Rio de Janeiro – 13 a 26/10

Centro Cultural Banco do Brasil
teatro 158 lugares e sala de vídeo 53 lugares

Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
(21) 3808-2020

Salvador – 10 a 16/10

Sala Walter da Silveira
200 lugares

Rua General Labatut, 27 – Barris
(71) 3116-8100

São Paulo – 06 a 12/10

CineSesc
329 lugares

Rua Augusta, 2075 – Cerqueira César
(11) 3087-0516 | (11) 3087-0500 – SAC

Cinemateca Brasileira
Sala Petrobras – 110 lugares

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino
(11) 3512-6111

Teresina – 14 a 19/10

Sala Torquato Neto – Clube dos Diários
140 lugares

Rua Álvaro Mendes, s/n – Centro
(86) 3222-7100

Para quem já perdeu, lamento. Para quem ainda pode conferir, corra porque vale muito a pena.

V Mostra do Cinema Espanhol

Queria me desculpar pelo atraso na publicação desta informação. Hoje já rolou um filme e recomendo. Acho que no domingo eu posto uma resenha sobre cada um, pra vocês terem uma idéia melhor sobre todos os filmes, mas se o clima das filmes for igual ao de hoje (azul escuro quase preto), vou acabar recomendando todos sem pensar duas vezes.

Pela 5ª vez, o Cinema da Fundação recebe a Mostra do Cinema Espanhol, a partir de quarta-feira (15), até domingo (19). Quem realiza o evento é a Embaixada da Espanha/Cooperação Espanhola. Os filmes terão entrada franca e as senhas deverão ser retiradas na bilheteria para controle de lotação.

Quarta, dia 15, 20h20

Azul Escuro Quase Preto
Azul Oscuro Casi Negro

Diretor: Daniel Sánchez Arévalo (2006) Sinopse: AzulescuroQuasePreto é um estado de ânimo, um futuro incerto, uma cor. Uma cor que às vezes não reconhecemos, que muda dependendo da luz, do prisma e da atitude com que se olhe. Uma luz que nos lembra que muitas vezes nos enganamos, e que às vezes as coisas não são da cor com que as vemos. 105 min.

Quinta, 16, 20h20

O melhor de mim
Lo mejor de mi

(2007) Diretora: Roser Aguilar. Sinopse: Quando era criança, Raquel não podia entender por que em toda parte se falava do amor: na rádio da casa, na televisão, nos filmes do sábado à tarde e, sobretudo, nas canções; e pensava em que aconteceria se não encontrasse ninguém que a amasse. Quando Raquel vai morar com Tomás, se verá obrigada a perguntar o que estaria disposta a fazer por amor. 85 mins.

Sexta, 17, 20h30

Eu sou a Juani
Yo soy la Juani

Diretor: Bigas Luna (2006). Sinopse: Juani tem problemas em casa e briga com o namorado, não há quem o ature. Estão juntos desde os quinze anos, seus ciúmes e indecisões são insuportáveis. Juani explode, deixa o namorado e decide fazer tudo aquilo que não fez enquanto perdia seu tempo com ele. Cheia de se conformar e de tanta tolice, o que ela quer é ir para a frente e triunfar nesta vida. Pretende ser atriz e que ninguém duvide, pois vai conseguir. Que esteja muito claro, ela é Juani e la Juani é demais. 100 min.

Sábado, 18, 20h40

Um franco, 14 pesetas
Un franco, 14 pesetas

Diretor: Carlos Iglesias. (2006) Sinopse: Espanha, 1960. Martín e Marcos, dois amigos, decidem ir para a Suíça para procurar trabalho. Deixam suas famílias na Espanha e empreendem uma viagem a uma nova vida na Europa do progresso e das liberdades. Ali, descobrirão uma mentalidade muito diferente e à qual deverão adaptar-se, trabalhando como mecânicos numa fábrica e morando numa pequena vila industrial. Com a morte do pai de Martín, consideram que já conseguiram o que foram procurando na Suíça e que é hora de voltar. Para surpresa deles, a volta será mais difícil do que a ida. 96 min.

Domingo, 19, 20h10

Curta-metragem

Salvador (Estória de um milagre quotidiano)

Diretor: Hwidar Abdelatif (2007) Sinopse: Uma criança brinca de pique-esconde num vagão de trem. Em um trajeto idílico, todo mundo participa do jogo, à exceção de um passageiro. Inquieto e molesto, abandona o trem. O diretor Hwidar Abdelatif mostra o motivo de seu nervosismo em um poético e inquietante ‘flashback’ a marcha a ré. Este curta-metragem sugere uma idealização da trágica manhã do dia 11 de março de 2004, em Madri, e a necessidade de superação do trauma através da lembrança e da esperança. 14 mins.

+

Longa metragem

Tua Vida Em 65’
Tu vida en 65’

Diretora: María Ripoll. (2006). Sinopse: Em um domingo qualquer, três jovens lêem uma nota necrológica de quem acham que é um colega do colégio que perderam de vista há algum tempo. Atendem ao velório e percebem que foi um erro: aquele enterro não é do seu colega de colégio. A partir daí, a confusão e o acaso tecem uma estória de amizade, de amor e de morte. 100 min.

Material divulgado por: Fundaj.gov.br

Sexo seguro

Sempre gosto de postar coisas assim, apesar de ser a primeira vez nesse blogue. Espero que ninguém esqueça da camisinha na hora do “vamo-ver”, do “é hoje”, do “chaca-chacha na buchaca”; na hora de “afogar o ganzo”, de “molhar o biscoito”, ou qualquer outro adjetivo que insinue ou caracterize o ato sexual.

Sem essa de exagerar, mas sendo bem claro pra todo mundo entender: todo cuidado é pouco, vai bater punheta? Use camisinha…

Pra quem não gosta de DST, ela garante uma boa proteção. Você gosta? Até pra quem tem um “quê” revolucionário e quer destruir alguma instituição da sociedade vigente ela funciona. Que o diga a instituição família.

Sempre tem gente que faz o longo tempo de relacionamento de desculpa pra não usar… E dai? Tem gente que apenas diz que confia no(a) parceiro(a)… E dai? Ou porque tira a sensibilidade – tá bom, cada um é cada um, mas opção não falta no mercado (vide o pôster acima) – mas… e dai? Usa caralho, de preferência no caralho…

Vou deixar um recadinho, em especial para as meninas: Lingüiça boa é lingüiça embalada. E pros rapazes: Querem ser pais? Hahahahahah…

Fábrica de Discos Rozenblit

Considerações: Esse texto foi organizado por mim entre 23 de março e 10 de abril de 2005, originalmente publicado no blog Regougo, em seguida no soubruno.blogspot.com. As informações abaixo são baseadas no livro “Do frevo ao mangebeat” do jornalista José Teles e em pesquisas na web (as fontes da web foram perdidas devido ao tempo que o texto já foi escrito, contudo, apresento ao término alguns links).

Introdução:

É importante conhecer a história musical da região onde vivemos, contudo, nem sempre as atenções são voltadas para os produtores musicais, os empresários da indústria fonográfica, em destaque, os pioneiros como José Rozenblit, que muito contribuiu para a difusão de estilos regionais como o samba-enredo, a ciranda, o maracatu, o carimbó e principalmente o frevo.

Proprietário da primeira fábrica de discos da capital pernambucana, Rozenblit, junto com seus irmãos, investiu pesado nos artistas da cena musical recifense, pernambucana e nordestina.

Era tido como empreendedor cultural, um empresário bem articulado e com boa visão de mercado. Conseguiu enxergar as riquezas culturais que temos em nosso quintal e transformou-as em produtos-de-mercado, lançando artistas por todo o Brasil, principalmente na região nordeste.

Sua empresa, a Fábrica de Discos Rozenblit era uma das mais modernas do país. Seu estúdio era capaz de comportar orquestras sinfônicas inteiras e seu parque gráfico era tido como um dos mais bem equipados da região. A empresa era comandada de forma ágil e eficiente, tornando-a auto-sustentável.

José Rozenblit, o início:

José Rozenblit nasceu em 1927, no Recife, no bairro da Boa Vista. Seu sobrenome, assim como sua origem judaica, provém da Romênia. Rozeblit significa, num dialeto romeno, “Rosa de Sangue”.

Uma viajem aos Estados Unidos bastou para que Rozenblit entrasse para o mercado musical. Através de um amigo, Rozenblit acabou conhecendo Mr. Siegel, dono da pequena gravadora Mercury. Em conversa com Siegel, Rozenblit foi incentivado a entrar no ramo do disco. Dois anos depois ele estaria distribuindo no Brasil o catálogo da Mercury.

A loja do pai, localizada na Rua da Palma, no centro do Recife, serviria, a princípio, de vitrine para expor seus discos. Sua viajem aos EUA havia lhe rendido à bagagem cerca de dois mil dólares em álbuns, que em pouco tempo ele passaria a importá-los regularmente.

Não demorou muito para que José Rozenblit inaugurasse sua primeira loja, que ele batizou de Lojas do Bom Gosto. Era um moderníssimo estabelecimento, localizado próximo a ponte que liga os bairros de Santo Antônio e Boa Vista. Lá, o cliente dispunha de seis cabinas, onde podia ouvir os álbuns antes de comprá-los ou não. Também podia se encontrar uma cabina especial de gravação, onde o cliente podia gravar jingles ou sua voz em acetato – algo raro no país. A Loja não vendia apenas discos, ela também comercializava eletrodomésticos e móveis modernos, contudo, os vinís eram os responsáveis pela sua fama na cidade. Vez por outra, artistas plásticos locais expunham seus trabalhos no espaço físico da loja.

No livro “Do Frevo ao Manguebeat” de José Teles, pela Editora 34, encontramos um caso curioso sobre a cabina de gravação da Lojas do Bom Gosto:

Na campanha presidencial de 1950, o ex-presidente Getúlio Vargas veio ao Recife, onde empreendia intensa programação de comícios pelo interior do estado. Porém, foi apanhado por uma forte gripe que o deixou acamado … O mini estúdio da Lojas do Bom Gosto foi instalado no Grande Hotel, onde a comitiva de Vargas se encontrava hospedada. Getúlio Vargas gravou seus discursos em 160 bolachões de acetato, imediatamente enviados às emissoras e difusoras do interior de Pernambuco.

A fábrica de discos:

Por incrível que pareça, até então, o primeiro nome nacional lançado por Rozenblit, em 1950, ainda na época do mini estúdio que havia em sua loja, fora Getúlio Vargas.

Em 1954, José Rozenblit, enfim, criaria com seus irmãos, no Recife, uma das mais importantes fábricas de discos do Brasil: a Fábrica de Discos Rozenblit. Até aquele ano, o frevo pernambucano era gravado graças a RCA-Victor no Recife. A partir deste momento, a fábrica dos Rozenblit assumiria este papel e passaria a cuidar da produção local e regional, inclusive, vez por outra, tratava de produzir alguma coisa do eixo Rio-São Paulo.

Naquela época o “bolachão” em 78 rpm rendia uma tiragem modesta, de apenas 2.500 cópias, mesmo assim, a Rozenblit abriu filiais no Rio, São Paulo e Porto Alegre, possuia um estúdio que comportava uma orquestra sinfônica e um moderno parque gráfico.

Segundo o JC Online (Especial 80 anos), A Fábrica pernambucana, “Entre 1959 a 1966, chegou a ter 22% do mercado nacional e 50% do regional. Mas fechou em 1966, não suportando os interesses das multinacionais” e as seis enchentes que devoraram suas instalações, inclusive a sua gráfica.

Leia mais:
A máquina Rozenblit
Frevos de Pernambuco

CANNE publica I Edital de Fomento ao Audiovisual

O Centro do Audiovisual do Norte e Nordeste (CANNE) publicou o I EDITAL DE FOMENTO À PRODUÇÃO AUDIOVISUAL INDEPENDENTE DO NORTE-NORDESTE, que tem como objetivo conceder apoio técnico para a co-produção de obras audiovisuais independentes e inéditas de curtas e longas-metragens, através da cessão dos equipamentos audiovisuais de filmagem e edição.

Deverão ser selecionados, neste Edital, no mínimo sete curtas-metragens e um longa-metragem, a serem realizados com equipamento de 35mm; no mínimo sete curtas-metragens e um longa-metragem, a serem realizados com equipamento digital; e no mínimo dois projetos de curta metragem e um de longa metragem, para utilização da ilha de edição não linear.

Todos os projetos deverão ser realizados no período de fevereiro a julho de 2009.

O CANNE cederá apoio técnico e os seguintes equipamentos: uma Câmera cinematográfica de 35mm – Aaton III; uma Câmera de vídeo digital Sony HVR Z1; e uma Ilha de edição digital HD com plataforma Final Cut.

O edital completo está disponível AQUI.

Informações e inscrições:
Centro Audiovisual do Norte e Nordeste (CANNE)
Endereço eletrônico: canne@fundaj.gov.br
Fone:(81) 3073.6720

Endereço postal:
Fundação Joaquim Nabuco – Campus Derby
Diretoria de Cultura – CANNE
Rua Henrique Dias, 609, Derby. Recife-PE.
CEP: 52.010-100.

Por: Fundaj.gov.br


O Autor

Bruno Costa é natural do Recife e estudante de jornalismo. Horas viciado em cinema, horas viciado em música, costuma dividir o seu dia entre sinopses e pesquisas de novos artistas. Amante do mundo latino, sonha em conseguir aprender a dançar salsa, quer conhecer Buenos Aires e almeja tomar tequila com verme num bar tipicamente mexicano.

RSS Fotolog.com/soubruno

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.






Blogosfera

Audiência

  • 22,263 acessos