Estava pela internet buscando por sites ou indicações de livros que falassem sobre algumas manias interessantes e encontrei essa notícia. Ela é antiga, porém, muito relevante para a minha breve pesquisa.
Em 2006 o semanário britânico New Scientist, em sua edição de natal, publicou várias “doenças” geradas pelo uso excessivo da internet. Essas webdoenças são listadas e seus sintomas são descritos pelo periódico. Confira abaixo:
Ego-navegação (ego-surfing): é quando você checa seu nome e informações na internet com freqüência em busca do número de ocorrências.
Blog-indiscrição (blog streaking): revelar na internet segredos de informação pessoal que para o bem de todos seria melhor manter em caráter privado.
Blackberrymania (crackberry): a maldição do executivo moderno: não conseguir parar de checar o blackBerry, mesmo no funeral da avó. O blackberry é um popular aparelho que pode ser usado para tirar fotos, telefonar, enviar e-mails e navegar na internet.
Google-espionagem (google-stalking): define-se como o ato de “espionar na internet antigos amigos, colegas e namorados”.
Cibercondria (Cyberchondria): se você está com dor de cabeça e uma erupção diferente ao mesmo tempo? Uma exaustiva pesquisa online diz que você pode estar com câncer.
Fotobisbilhotice (photolurking): ato de vasculhar o álbum de fotos de alguém que nunca viu na vida.
Wikipedimania (wikipediholism): excessiva dedicação a contribuir com a enciclopédia online colaborativa Wikipédia.
Chicletepod (cheesepodding): baixar uma canção “tão chiclete que seria possível envolvê-la em plástico e vendê-la numa loja de conveniência”. As vítimas desta síndrome são especialmente vulneráveis aos maiores sucessos do soft-rock dos anos 1970’s.







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